As regras de concessão, que ficaram mais duras em março, são apontadas como uma das causas da queda. Segundo informações da Folha de S.Paulo, os novos pedidos caíram 8% neste ano na comparação com 2014.
No entanto, a queda do número de beneficiados demonstra a piora dos índices de desemprego, que com a menor geração de vagas formais desde o ano passado, fez com que caísse a rotatividade da mão de obra e, consequentemente, o número de beneficiados. De acordo com os dados da pesquisa feita pelo IBGE, no ano passado 28% dos entrevistados estavam em busca de trabalho há mais de seis meses. Em 2015, passaram a ser 33%.

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