O alto número de ocorrências e a frequência desses delitos dá-se, provavelmente, em razão do grande número de transeuntes que se utilizam da referida artéria. Por mais paradoxal que seja, na mesma rua está sediado o Tiro de Guerra, unidade que, diga-se de passagem, não tem incumbência de coibir qualquer tipo de crime, função das polícias civil e militar.
Entendemos, por outro lado, que essas briosas corporações, apesar dos esforços empreendidos, não têm condições de fazer cobertura de toda área jurisdicional, mesmo porque o efetivo de ambas são reduzidos. Todavia, em que pese, essa realidade, seria de bom alvitre que os diletos comandantes, Tem. Cel Aldemário e o Dr. Edilson Magalhães, respectivamente, comandante do 1º. BPM e 4ª. COORPIN, dentro do possível, empreendam um trabalho de investigação (polícia civil) e repressão (polícia militar), de maneira que as pessoas possam se sentir mais seguras, assegurando o direito constitucional de ir e vir.
Caso providências não seja tomadas, a tendência é que a situação possa se agravar, principalmente depois das mudanças introduzidas na legislação penal em que o Estado, no intuito de livrar-se de atribuições constitucionais e históricas, vale-se da arrecadação de fianças para relaxar nas ações punitivas deixando, por outro lado, que a população, desarmada e, portanto, indefesa, curve-se diante de uma criminalidade que, sem sombra de dúvidas, poderá elevar índices, até então “toleráveis”.Tv SAJ Foto Mascarenhas

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